Frostpunk
Início:
Após o colapso da era Timepunk, o universo mergulhou em uma crise climática causada pelas rupturas temporais. O tempo fragmentado afetou os ciclos naturais, mergulhando vastas regiões em um inverno perpétuo. As civilizações remanescentes enfrentaram o desafio de sobreviver em um mundo congelado, onde os recursos eram escassos e o clima implacável moldava cada decisão.
Auge:
As comunidades começaram a construir cidades fortificadas ao redor de geradores gigantes movidos a energia residual do tempo e da magia cromática. Essas estruturas ofereciam calor e segurança, tornando-se o coração de sociedades organizadas. Tecnologias adaptadas ao frio extremo floresceram, e estratégias para extração de calor e cultivo em estufas subterrâneas permitiram que algumas cidades prosperassem. Porém, a sobrevivência dependia de disciplina rigorosa e sacrifícios constantes, com líderes tomando decisões difíceis para manter o equilíbrio.
Queda:
À medida que o frio se intensificava e os geradores começavam a falhar, as tensões internas nas cidades aumentaram. Conflitos entre grupos que queriam expandir os recursos e aqueles que desejavam preservá-los levaram a revoltas e fragmentações. Comunidades inteiras foram abandonadas ou destruídas por decisões impensadas. O frio, implacável, tomou os últimos vestígios de civilização, deixando o mundo em ruínas congeladas. Essa devastação marcou o fim da era Frostpunk e o início de Desertpunk, onde o clima extremo daria lugar a um cenário árido e desolador.
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