Introdução
No instante em que as Supra-Singularidades se fragmentaram, cada um de seus aspectos tornou-se uma parte intrínseca da realidade que seu sacrifício originou. De Fringilla, o arauto do caos, emergiram os aspectos do Caos, que equilibra o progresso, o Medo que nos impulsiona e a Morte que nos confere propósito.
De Noctus surgiram a Esperança, que nos revela um futuro melhor, a Harmonia que nos une e a Vida que nos permite respirar. Por fim, de Illiphar, a justiça, vieram os aspectos da Dualidade que dá sabor à realidade, o Tempo que não permite reparar o que foi feito sem seu custo e o Espaço que nos fornece a matéria.
Todos os aspectos foram concedidos pelo Desconhecido, pois somente a ele pertencem os dons e somente ele pode dar e retirar tais dons.
Quando a chama foi criada a partir do martírio das três Supra-Singularidades, seus aspectos se tornaram físicos, materializando-se em objetos que podiam controlar tal aspecto, desde que não entrassem em conflito com o Grande Plano. Aqueles que possuem um artefato têm parte de sua mente tomada pelas vontades da Supra-Singularidade ancestral. Após alguns meses usando o artefato, o corpo do portador começa a se transformar, essas alterações o transformam em um exemplo grotesco dos seres que habitam fora da realidade.
Os portadores costumam lutar por mais poder, utilizando seus poderes para adquirir mais artefatos. Quando um portador morre e outra pessoa assume o artefato, todo o ciclo de deterioração do ser recomeça.
É comum que alguns seres possuam mais de um artefato, sofrendo as consequências em dobro. A esses artefatos e poderes são vinculados os textos da Profecia do Fim. Esta profecia narra o que acontece quando um único ser consegue suportar as dores de todos os artefatos de uma só vez.
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