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Dualidade - Systempunk

#Dualidade#Conceito#SystempunkAtualizado em 14 de dez. de 2024
Devagar.

O conteúdo que você esta prestes a ler é apenas um rascunho e não esta pronto.

Dualidade

Tudo o que existe deve ter seu oposto. Assim como o fogo se opõe à água, a paz à guerra, e o caos à harmonia, até mesmo no princípio, Fringilla e Noctus se opuseram em diversos aspectos. Contudo, em todos os casos, há uma força reguladora que mantém a balança em equilíbrio. A esse conceito universal damos o nome de Dualidade.

Quando Illiphar se uniu aos seus irmãos e tomou seu lugar na Eterna, sua essência, volúvel e separada das vontades dos demais, conferiu a fundação dos opostos. A partir dessa fusão, tudo passou a ter seu contra ponto, algo para se opor, e a esse fenômeno foi dado o nome de Dualidade.

Todo conceito, vontade ou matéria deve ter algo que se lhe opõe, ainda que tais oposições não tenham sido catalogadas ou descobertas por seres conscientes.

O aspecto da Dualidade funciona como uma balança entre os opostos. Se essa balança pender demais para um lado, o desequilíbrio pode ser tão extremo que ambos os opostos se destroem. Por exemplo, sem a luz, não há escuridão; e sem a vida, não há morte. Essas verdades se aplicam de forma recíproca.


Como símbolo de tal conceito Illiphar definiu que seu artefato seria uma adaga de dois gumes, sua estrutura e aparência são comuns porém seu fio é perfeitamente afiado de ambos os lados, dando a perfeita simetria a estética da adaga.

Ao se olhar pelo fio perfeitamente alinhado com seu oposto é possível ver o Rasgo do universo e o ponto onde a matéria se converge em Energia.

A simetria desta lâmina é quebrada apenas pela cor de seus gumes, ao qual o da direita é ligeiramente mais escuro que o da esquerda porém ambos tomam a exata porcentagem da lâmina.

Por mais bela e afiada que a lâmina possa parecer aos olhos humanos, seu portador perde os movimentos com o passar dos anos, em média, num período de 3 anos os movimentos do portador são dão débios e lentos que se assemelham a estátuas.

Por mais que o portador perca os movimentos a qualidade age ao seu favor na hora de defender a quem o porta, descompensado o próprio universo em favor de seu amo.

A essa defesa é dado o nome de Mistério da dualidade, algo que afeta temporariamente a existência afim de defender aquele que porta a lâmina.

O portador petrificado tende a habitar o Mosteiro de São Antão pois desde a fundação da ordem desses monges, o artefato tem passado de geração em geração por eles, os mesmos batizaram a lâmina de Fio da ordem devido a testes realizados dentro dos muros do mosteiro.

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