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Anguistius

Atualizado em 09 de fev. de 2024
Devagar.

O conteúdo que você esta prestes a ler é apenas um rascunho e não esta pronto.

Finalizando os abismos uma infinita estrutura labiríntica que se estende em todos os planos espaciais abriga as almas condenadas a angústia interessante e eterna desta camada dos Abismos da sombra, não é possível se descrever em palavras as sensações que as almas sentem neste local, mas em síntese, é como um veneno invisível, infiltrando-se sorrateiramente na alma, corroendo qualquer resquício de serenidade. É uma sensação sufocante, como se as paredes do mundo estivessem se fechando implacavelmente, esmagando qualquer esperança ou razão.

Nesse estado de tormento, os pensamentos se tornam como corvos negros, esvoaçando incessantemente, arrancando pedaços da mente com cada passagem. Cada respiração parece um esforço titânico, e o ar, de repente, torna-se rarefeito, como se o próprio universo conspirasse para restringir o oxigênio vital.

A angústia é uma prisão mental, um labirinto onde cada caminho leva a lugar nenhum, onde cada esquina esconde novos horrores emocionais. A realidade se distorce, transformando-se em um pesadelo irracional, onde a paranoia floresce e o medo se agarra como garras afiadas.

A solidão na angústia é insuportável. É como estar preso em um deserto desolado, sem água, sem abrigo, sem resgate à vista. Mesmo no meio da multidão, a pessoa que a sente está isolada em um mundo de agonia pessoal, incapaz de expressar a tormenta que a atormenta.

Enfrentar a angústia é como lutar contra um monstro invisível que mora dentro de si. É uma jornada tortuosa, onde a esperança é apenas um lampejo fugaz e a escuridão da aflição parece infinita.

Eventualmente, as almas condenadas tentam escapar da angústia eterna, no centro do labirinto é um lugar sombrio e opressivo. Suas paredes são feitas de pedra escura e irregular, cobertas com símbolos enigmáticos que emanam uma sensação de proibição. O ar é denso e carregado de uma atmosfera pesada de desespero.

Os símbolos escritos na língua antiga Glypharum emitem uma luz singular de tom avermelhado que corta a escuridão do labirinto. Cada símbolo representa uma alma condenada a Anguistius.

A sala é permeada por uma sensação infadonia, gritos de agonia e dessespero de todo o labirinto ecoam neste local, a sensação de aperto e sofrimento se almentao a cada segundo que se passa neste lugar de ar ainda mais rarefeito.

No centro da sala, encontra-se a saída tão desejada, protegida por uma série de dispositivos de segurança. Há barreiras de energia que emitem um zumbido ameaçador, portas de aço maciço com fechaduras complexas e sentinelas espirituaisque patrulham constantemente a área.

O chão é coberto por uma espécie de névoa misteriosa que obscurece o que está abaixo, criando uma sensação de incerteza. A iluminação é fraca, apenas o suficiente para revelar os obstáculos e os desafios que aguardam aqueles que tentam alcançar a saída. Tudo isso contribui para a sensação de que a liberdade está ao alcance, mas é extremamente difícil de ser alcançada.

Após as almas enfrentarem todas as complexas e ameaçadoras medidas de segurança na sala central do labirinto, elas finalmente alcançam a tão esperada saída. Entretanto, o que acontece a seguir é surpreendentemente trivial e quase cômico. Ao atravessarem a porta da saída, as almas simplesmente se encontram do lado de fora do labirinto, em um lugar que parece ser uma banal e pacífica pradaria.

Nada de armadilhas, sentinelas ou obstáculos perigosos. Em vez disso, elas se veem sob um céu claro, com o sol brilhando suavemente e uma brisa suave soprando. Há um caminho de pedra que leva a uma placa com a inscrição: "Bem-vindos à Liberdade!".

As almas, inicialmente confusas, logo percebem que a verdadeira segurança estava no próprio labirinto, enquanto o desafio de superar todas as barreiras era uma espécie de teste para liberá-las da angústia. A simplicidade da saída contrasta fortemente com a complexidade do labirinto, tornando a situação quase cômica, com as almas finalmente apreciando o alívio de sua jornada sem sentido.

Nessa pradaria aparentemente tranquila, as almas descobrem que o sofrimento é, na verdade, dobrado em comparação ao que experimentavam no labirinto. A ironia cruel da situação se revela quando percebem que a angústia agora não está mais relacionada a obstáculos físicos ou seguranças, mas sim a uma profunda sensação de vazio e monotonia.

O cenário monótono da pradaria se estende infinitamente em todas as direções, sem qualquer sinal de vida, desafio ou propósito. As almas se encontram presas em um ciclo interminável de tédio e desespero, sem a esperança de retorno ao intrigante labirinto que antes as mantinha ocupadas. Nesse lugar aparentemente pacífico, o vazio se torna a verdadeira fonte de sofrimento, uma tortura mental constante que as faz ansiar por um tempo em que tinham algo pelo que lutar.

E não se engane, neste lugar não é possível encontrar absolutamente ninguém anão ser pela brisa quente que percorre os campos.

Localidades

Ainda que esta dimensão seja um grande tormento e a casa da desolação isso não impede de almas que já se acostumaram com o tormento mapearem pontos importante. Grande parte das localidades foram recolhidas e mapeadas por James Cook então podemos listar algumas principais localidades: Vila dos cômodos, Nascente de Furat

Grafo local

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