Clockpunk
Início:
Após o agravamento das fraturas temporais na era Dungeonpunk, o mundo voltou-se para soluções práticas que pudessem trazer estabilidade. Os sobreviventes das cidades devastadas pelo ouro contaminado e pelo caos temporal rejeitaram os materiais associados ao passado sombrio, como o ouro e o bronze, e passaram a adotar o ferro como base de suas vidas. Inspirados pelas tecnologias orientais, começaram a criar engenhos mecânicos baseados em pêndulos, buscando uma forma de simular o equilíbrio perdido.
Auge:
O uso de pêndulos revolucionou a tecnologia, permitindo o desenvolvimento de máquinas precisas e eficientes. Relógios, autômatos e sistemas de transporte sofisticados começaram a moldar as cidades em reconstrução. Essa era foi marcada pela busca de harmonia entre o tempo e a funcionalidade, com as invenções baseadas em engrenagens tornando-se parte central da cultura. O Oriente consolidou-se como líder tecnológico, enquanto o Ocidente tentava se reerguer, aproveitando os avanços trazidos por imigrantes.
Queda:
Embora os pêndulos trouxessem precisão e funcionalidade, sua eficiência tinha limites. A crescente demanda por energia e produção superou a capacidade das máquinas baseadas em engrenagens. Tensions começaram a surgir entre as cidades que competiam por recursos para sustentar suas tecnologias. O fracasso em expandir as capacidades dessas máquinas abriu caminho para novas inovações baseadas em vapor, anunciando o fim da era dos pêndulos e o início de um período de grandes transformações industriais.
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